Polícia
Publicado em 16/10/2026, às 08h09 Foto: Reprodução Tatiana Ribeiro
O historiador e escritor Leandro Karnal, de 63 anos, relatou nas redes sociais, nesta quinta-feira (15), uma tentativa de assalto sofrida na terça-feira (14), enquanto voltava do aeroporto de Congonhas, em São Paulo. O episódio ocorreu durante o temporal que atingiu a capital paulista, provocando alagamentos, congestionamentos e transtornos em diferentes regiões da cidade.
Em uma publicação, Karnal descreveu a sequência de dificuldades enfrentadas ao longo do dia, que começou de madrugada, com uma palestra em Goiás. Na volta para São Paulo, o voo enfrentou problemas para pousar devido às condições climáticas, segundo o historiador.
“O aeroporto fechou e ficamos mais de uma hora no ar, fazendo círculos. Na internet víamos notícias da cidade inundada, com pessoas sobre os carros”, contou.
Após desembarcar, Karnal enfrentou mais problemas durante o deslocamento de carro. Segundo ele, dois homens em uma motocicleta tentaram quebrar o vidro do veículo, mas não conseguiram. Em seguida, os suspeitos chutaram o retrovisor, danificando a peça.
“Dois homens em uma moto tentaram quebrar o vidro do meu carro. Não conseguiram, mas chutaram o retrovisor com raiva”, relatou, ao mostrar os danos causados ao automóvel.
O historiador também destacou o impacto do trânsito provocado pelo temporal. De acordo com a publicação, ele levou 2h40 para percorrer um trajeto de aproximadamente nove quilômetros.
Ao compartilhar a experiência, Karnal refletiu sobre a importância de preservar o equilíbrio emocional diante de situações adversas e perguntou aos seguidores quais estratégias utilizam para manter a calma em momentos de crise.
“Há momentos em que o equilíbrio pessoal precisa se sobressair em meio à crise do mundo. Ontem foi um deles. O que vocês usam para permanecerem calmos quando tudo desaba ao redor? Têm estratégias?”, escreveu.
A publicação recebeu manifestações de solidariedade de personalidades nas redes sociais. A apresentadora Astrid Fontenelle comentou que costuma ligar para alguém para conversar, depois de rezar uma Ave-Maria. “Porque foi um dia de livramentos”, escreveu.
A advogada e comentarista Gabriela Prioli também reagiu ao relato. “Credo, que horror!”, comentou.
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