Polícia
Publicado em 15/09/2026, às 12h16 - Atualizado às 12h17 Foto: Reprodução / redes sociais / Globo Natane Ramos
Uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF-3), assinada pelo desembargador federal Paulo Fontes, concedeu prisão domiciliar a Roberto Peixoto, ex-prefeito de Taubaté, acusado por lavagem de dinheiro.
O ex-prefeito de Taubaté foi preso em julho para cumprir pena de 10 anos e 6 meses, e o advogado de defesa, Anthero Mendes Pereira Junior, declarou que a decisão para a prisão domiciliar "foi feita em respeito ao princípio da dignidade da pessoa humana".
Dois dias após a prisão de Roberto Peixoto, a Justiça de São Paulo já havia negado um pedido liminar da defesa para a concessão da prisão domiciliar. No entanto, a nova decisão considerou o estado de saúde do ex-prefeito.
De acordo com os documentos médicos apresentados pela defesa de Peixoto, ele sofreu um acidente vascular cerebral (AVC), que deixou como sequelas paralisia do lado direito do corpo e dificuldades para compreender e formular a linguagem.
Roberto Peixoto e a esposa, Luciana Flores Peixoto, foram condenados pela Justiça Federal por lavagem de dinheiro. De acordo com a investigação, os crimes envolveram a ocultação de patrimônio por meio da aquisição de imóveis entre 2005 e 2007.
O ex-prefeito foi condenado a 10 anos e 6 meses de prisão, em regime inicial fechado, enquanto sua esposa recebeu pena de 6 anos, 8 meses e 30 dias de reclusão, em regime inicial semiaberto.
Roberto Peixoto chegou a ser preso, mas, após audiência de custódia, a Justiça permitiu que ele deixasse a prisão e aguardasse em casa a análise do pedido para realizar a pena em regime domiciliar.
PM que intimidou diretora por Orixá é acusado de abordagem violenta em SP
Lula segue a frente de Flávio e lidera 1° e 2° turnos, aponta a CNT/MDA