Política
Publicado em 02/06/2026, às 07h30 Foto: Reprodução/Divulgação Andrezza Souza
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de um suplemento alimentar comercializado como Magnésio L-Treonato 1000 mg. A medida foi publicada nesta segunda-feira (1º) e atinge produtos fabricados pela empresa Natural Sempre Distribuidora e Comércio Ltda.
Além do recolhimento dos lotes disponíveis no mercado, a agência também suspendeu a fabricação, distribuição, comercialização, propaganda e uso do suplemento em todo o território nacional.
Segundo a Anvisa, o produto era vendido como suplemento alimentar contendo magnésio treonato, substância que não possui autorização para utilização nessa categoria de produtos.
A irregularidade motivou a adoção das medidas sanitárias, que visam impedir a continuidade da oferta do suplemento aos consumidores até que a situação seja regularizada.
A decisão foi oficializada por meio da Resolução nº 2.135/2026, publicada no Diário Oficial da União.
Com a determinação, o produto não poderá mais ser fabricado, distribuído ou divulgado pela empresa responsável.
A medida também proíbe o uso do suplemento pelos consumidores enquanto a suspensão permanecer em vigor.
A Anvisa não informou a existência de relatos de efeitos adversos relacionados ao produto. A decisão foi baseada no enquadramento regulatório do ingrediente utilizado em sua composição.
O recolhimento é uma medida adotada quando um produto apresenta irregularidades que possam comprometer sua conformidade com as normas sanitárias vigentes.
Nesses casos, os fabricantes e distribuidores devem retirar os itens do mercado para evitar que continuem sendo comercializados ou consumidos.
Consumidores que possuam o produto devem acompanhar as orientações divulgadas pela empresa responsável e pelos órgãos de vigilância sanitária.
A recomendação é verificar a procedência de suplementos alimentares e priorizar produtos que estejam devidamente regularizados junto à Anvisa.
A agência reforça que apenas ingredientes autorizados podem ser utilizados na formulação de suplementos alimentares comercializados no país, conforme as regras sanitárias vigentes.
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