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Anvisa proíbe milho para pipoca Provatti e suplementos Nutricost; entenda

Órgão determinou recolhimento e apreensão dos produtos após identificar irregularidades na rotulagem e na comercialização  |  Foto: Reprodução/Divulgação

Publicado em 13/06/2026, às 08h30   Foto: Reprodução/Divulgação   Andrezza Souza

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou, nesta sexta-feira (12), o recolhimento do milho para pipoca da marca Provatti e a apreensão dos suplementos alimentares da marca Nutricost. As medidas incluem ainda a suspensão da comercialização, distribuição, divulgação e uso dos produtos em todo o país.

Foto: Reprodução/Mais Perto

No caso do milho para pipoca Provatti, fabricado pela empresa Kaza Distribuidora, R & A Indústria, Comércio e Distribuidora de Alimentos Ltda., a decisão foi motivada por informações consideradas irregulares na rotulagem.

Segundo a Anvisa, a embalagem informa que o produto "não contém glúten", porém há advertência indicando possibilidade de contaminação cruzada com trigo ou até mesmo a presença intencional desse ingrediente, situação que pode colocar consumidores sensíveis ao glúten em risco e gerar informações contraditórias ao público.

Com isso, o órgão determinou o recolhimento do produto e proibiu sua venda, distribuição, propaganda e consumo.

Suplementos da Nutricost também foram alvo da medida

A Anvisa também publicou resolução determinando a apreensão dos suplementos alimentares da marca Nutricost, de fabricante considerado desconhecido pelas autoridades sanitárias.

Além da apreensão, ficam proibidas a comercialização, distribuição, fabricação, importação, propaganda e utilização dos produtos.

De acordo com a agência reguladora, os suplementos eram oferecidos ao consumidor por meio de sites na internet, sem a devida identificação do fabricante, situação que motivou a adoção das medidas sanitárias.

As determinações foram publicadas no Diário Oficial da União por meio das Resoluções RE 2.324/2026 e RE 2.325/2026.

A Anvisa orienta que consumidores que possuam os produtos não façam o uso e procurem os canais oficiais da empresa responsável ou os órgãos de defesa do consumidor para obter informações sobre devolução ou substituição dos itens.

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