Entretenimento
A modelo Andressa Urach respondeu de forma direta às críticas que passou a receber após tornar público que o filho, Arthur Urach, participa da gravação de seus conteúdos adultos.
Em entrevista ao Band Folia, ela rebateu os comentários negativos e questionou o que definiu como moralismo seletivo.
Segundo Andressa, há incoerência nas reações do público. Para ela, as críticas partem de pessoas que condenam publicamente o que consomem de forma privada, classificando esse comportamento como hipocrisia. A modelo afirmou que não se intimida com a repercussão e que encara o debate de frente.
Durante a conversa, Andressa demonstrou incômodo com ataques direcionados ao caráter do filho. Ela afirmou que foram feitas insinuações sobre a postura dele como marido e como homem, o que considerou injusto e ofensivo.
Ao defendê-lo, declarou que o jovem é educado, carinhoso e fiel. Disse ainda que sempre ensinou o filho a respeitar mulheres e a nunca agir com violência. Ela comparou a formação dele à de famílias consideradas tradicionais, sugerindo que muitos dos que criticam não praticam os valores que pregam.
A modelo utilizou termos duros para se referir a pessoas que, segundo ela, mantêm uma imagem pública conservadora, mas não agem de acordo com esse discurso na vida privada.
Sem tentar amenizar a polêmica, Andressa admitiu que utiliza a controvérsia como ferramenta profissional. Ela explicou que sua estratégia de marketing envolve manter o nome em evidência, mesmo que isso gere repercussão negativa.
De acordo com a influenciadora, a exposição constante é parte do modelo de negócios que sustenta sua renda e garante o pagamento de despesas e impostos. Ela também destacou que construiu seu patrimônio por conta própria, mesmo após enfrentar 2 falências financeiras.
Andressa ressaltou que, além da imagem provocadora divulgada na mídia, existe uma mulher dedicada à família. Segundo ela, seu foco está em proporcionar conforto à mãe, ao irmão e aos filhos.
A modelo também comentou as reprovações relacionadas à sua aparência, como a língua bifurcada e as tatuagens. Em sua avaliação, essas características não justificam ataques ou julgamentos públicos.
Ela afirmou que palavras podem causar mais danos do que mudanças estéticas. Para Andressa, o discurso religioso é frequentemente usado como instrumento de ataque, enquanto atitudes violentas são justificadas em nome da fé.
Ao encerrar, deixou claro que não depende da aprovação coletiva. Disse que a opinião pública não interfere em sua autoestima e que o reconhecimento das pessoas próximas é o que realmente considera relevante.
Classificação Indicativa: Livre