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Jogadores e clubes do Brasileirão podem estar perto de voltar ao universo do EA Sports FC. Vazamentos recentes indicam que o EA FC 26 pode receber atletas que atuam no futebol brasileiro com nomes e rostos reais ainda em 2026.
A informação, divulgada inicialmente por perfis especializados na franquia, ganhou força nos últimos dias e reacendeu a expectativa de torcedores e gamers.
Segundo apuração do TechTudo, a Electronic Arts foi procurada para comentar os rumores, mas afirmou que não se manifesta sobre especulações. A CBF também não respondeu até o momento, o que mantém o cenário cercado de cautela.
O assunto ganhou novo fôlego após a informação de que atletas brasileiros teriam sido registrados durante um Media Day, com foco específico no jogo para celulares Android e iOS.
Nomes como Neymar, Arrascaeta e Lucas Paquetá aparecem entre os citados nos vazamentos, embora nenhuma confirmação oficial tenha sido feita.
Há ainda o contexto de bastidores: em julho de 2025, a CBF já analisava propostas para viabilizar o retorno oficial da Seleção Brasileira e dos clubes nacionais à franquia, antes mesmo do lançamento do EA FC 26 para consoles e PC.
Caso os rumores se confirmem, a inclusão inicial apenas no mobile não seria aleatória. O movimento pode funcionar como um teste de viabilidade para acordos mais amplos no futuro, envolvendo também versões para PS5, PS4, Xbox Series X e S, Xbox One, Nintendo Switch e Switch 2, além do PC.
Hoje, o EA Sports FC conta com clubes brasileiros licenciados via Conmebol, como Flamengo, Palmeiras e Fluminense, apenas nas competições continentais. Os escudos e uniformes são reais, mas os elencos seguem com jogadores genéricos, especialmente no Ultimate Team.
A ausência prolongada de atletas brasileiros não é novidade. O FIFA 16 foi o último título com presença significativa de clubes do país, e desde o FIFA 14 a liga nacional não aparece de forma completa.
O principal obstáculo é a Lei Geral do Esporte (14.597/2023), que exige negociação individual de direitos de imagem, obrigando a EA a fechar mais de 400 contratos para montar elencos completos da Série A.
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