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Quem assistiu à cinebiografia “Michael” nos cinemas pode ter saído da sessão com a sensação de que a história ficou incompleta.
O longa acompanha a trajetória de Michael Jackson desde a infância, aos 11 anos, quando ainda integrava o grupo The Jackson 5, mas encerra sua narrativa em 1988, justamente quando sua carreira solo começa a ganhar força. As informações foram divulgadas pela Revista Quem.
A escolha de encerrar o filme nesse ponto não foi aleatória. A produção decidiu dividir a história em duas partes após perceber que o primeiro corte ultrapassava três horas e meia de duração. Para manter um formato mais acessível ao público, o material foi separado, resultando em um primeiro longa com pouco mais de duas horas.
A continuação já está pronta, segundo confirmação de Jackie Jackson, que atua como produtor executivo do projeto. A decisão reforça a intenção de explorar a trajetória do artista com mais profundidade, sem condensar momentos importantes em um único filme.
Ao optar por dividir a cinebiografia, a produção sinaliza uma preocupação em dar espaço para diferentes fases do artista sem acelerar acontecimentos.
Dirigido por Antoine Fuqua e estrelado por Jaafar Jackson, o longa apresenta uma abordagem que vai além da carreira musical. A primeira parte revisita o início intenso dos ensaios e apresentações sob o comando de Joe Jackson, evidenciando a relação complexa entre pai e filho.
O roteiro também destaca aspectos pessoais do artista, como sua ligação com animais e episódios marcantes de sua vida, incluindo um acidente que quase teve consequências fatais.
A história apresentada no primeiro filme se encerra na era do álbum "Bad", considerado um marco na consolidação da carreira solo de Michael. É justamente a partir desse ponto que a segunda parte deve avançar, abordando o auge do sucesso mundial e os desdobramentos de sua trajetória artística.
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