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Saiba quem é MC Ryan, preso em operação da PF que investiga lavagem de dinheiro

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Operação da PF mira organização criminosa que movimentou mais de R$ 1 bilhão  |   BNews SP - Divulgação Reprodução/ Redes Sociais
Bernardo Rego

por Bernardo Rego

Publicado em 15/04/2026, às 08h31



Durante as diligências no âmbito da Operação Narco Fluxo, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (15), foi preso um dos nomes mais conhecidos do mundo do funk em São Paulo, MC Ryan. Ele foi encontrado e em uma festa na Riviera de São Lourenço, em Bertioga, no litoral paulista.

Natural de São Paulo, MC Ryan se tornou um dos artistas mais ouvidos da Geração Z, com milhões de reproduções nas plataformas digitais. Ele que é conhecido por ostentar nas e exibir  carros de luxo nas redes sociais, ganhou notoriedade por episódios nada agradáveis fora dos palcos. O MC possui mais de 15 milhões de seguidores no Instagram.

Nos últimos anos ele esteve envolvido em diversas ocorrências policiais, entre elas:

  • prisão após realizar manobras com uma Lamborghini no gramado do Estádio Barão da Serra Negra, em Piracicaba. Ele foi solto após pagar fiança no valor de R$ 1 milhão;
  • divulgação de um vídeo de agressão à ex‑namorada, que resultou em rompimento de contratos comerciais;
    a falta a um show no Rock in Rio, o que levou ao cancelamento de uma honraria concedida pela Câmara do Rio;
  • abordagens policiais após publicar vídeos dirigindo acima do limite de velocidade;
  • repercussão internacional ao publicar imagens dentro da mansão de Cristiano Ronaldo, em Portugal, durante obras no imóvel.

Sobre a operação da PF

A Operação Narco Fluxo deflagrada pela Polícia Federal teve como objetivo de desarticular associação criminosa voltada à movimentação ilícita de valores, inclusive por meio de criptoativos, no Brasil e no exterior.

A ação contou com o apoio da Polícia Militar de São Paulo, e decorre de desdobramentos de apurações anteriores que identificaram a atuação do grupo em esquemas de lavagem de capitais.

As investigações apontam que os envolvidos utilizavam um sistema para ocultação e dissimulação de valores, incluindo operações financeiras de alto valor, transporte de numerário em espécie e transações com criptoativos. O volume de dinheiro movimentado pelo grupo ultrapassa R$ 1,6 bilhão.

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