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Cristiano Ronaldo escolhe não jogar no Al-Nassr; entenda a crise

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Crise nos bastidores do Al-Nassr ganhou repercussão após reclamações de Cristiano Ronaldo e críticas públicas do técnico Jorge Jesus  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução/Instagram/@cristiano
Marcela Guimarães

por Marcela Guimarães

Publicado em 02/02/2026, às 11h45



Cristiano Ronaldo não entrará em campo na próxima partida do Al-Nassr, clube saudita onde atua desde 2023.

Ao contrário do que muitos podem pensar, a ausência do atacante português não está ligada a lesão ou suspensão.

O problema, enfim, envolve uma questão institucional da gestão do clube, de acordo com apuração do portal Metrópoles e do jornal português A Bola.

O jogador teria demonstrado insatisfação com a atuação do Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita (PIF), responsável pela administração do Al-Nassr e de outras equipes do Campeonato Saudita.

O principal incômodo para o jogador seria a falta de investimentos direcionados ao time.

Cristiano Ronaldo
Cristiano Ronaldo (Foto: Reprodução/Instagram/@cristiano)

Desigualdade entre os clubes

Internamente, CR7 também teria apontado um tratamento desigual em relação ao Al-Hilal, atual líder da liga. Enquanto rivais diretos receberam reforços de peso, o Al-Nassr segue com uma movimentação mais discreta no mercado da bola.

Até agora, a única contratação anunciada foi a do meia Haydeer Abdulkareem, de 21 anos.

O cenário contrasta com o de outros clubes do torneio. O Al-Hilal, ex-time de Neymar, fechou com nomes como Pablo Marí, ex-Flamengo, e Darwin Núñez, ex-Liverpool.

O time também pode lidar com a possível chegada de Karim Benzema, um dos grandes nomes do futebol mundial, que estaria insatisfeito com sua atual situação no Al-Ittihad.

Pressão nos bastidores

A falta de reforços já vinha sendo motivo de críticas públicas. Em janeiro, o técnico Jorge Jesus, também ex-Flamengo, comentou sobre o momento do Al-Nassr em entrevista coletiva e foi direto ao apontar os problemas estruturais do clube.

Segundo o treinador português, o time não possui “a mesma força política” de concorrentes como o Al-Hilal, fator que, na avaliação dele, pesa diretamente no desempenho geral e explica a fase instável da equipe.

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