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A Apple marcou para 4 de março o evento Apple Experience, que deve fechar uma semana inteira de anúncios. Segundo o Canaltech, a estratégia é diluir as novidades ao longo de vários dias, dando protagonismo individual a cada produto.
A expectativa gira em torno de uma leva de atualizações que combina apelo de custo-benefício com reforço de desempenho nas linhas mais avançadas.
O principal destaque deve ser o iPhone 17e. O modelo consolida a estratégia da empresa de dividir os lançamentos de smartphones em dois momentos no ano.
A atualização tende a ser técnica: manutenção da tela OLED de 6,1 polegadas com 60 Hz e design semelhante ao do antecessor. A mudança mais relevante estaria no chip A19, o mesmo da linha principal do iPhone 17, além de novos chips de conectividade desenvolvidos pela própria marca.
Há expectativa também para a chegada do MagSafe e a possível substituição do entalhe tradicional pela Dynamic Island. O preço estimado é de US$ 599 nos Estados Unidos, o mesmo valor de lançamento da geração anterior.
Outro movimento estratégico pode ser a estreia de um novo MacBook posicionado abaixo do MacBook Air. A proposta é clara: ampliar a base de usuários com um notebook mais barato.
O diferencial estaria no uso de chips de classe iPhone, como A15 ou A18 Pro, em vez dos tradicionais processadores da série M. O acabamento em alumínio deve ser mantido, mas com cores mais vibrantes: amarelo, verde, azul e rosa. A tela deve ter 13 polegadas, e o preço estimado varia entre US$ 699 e US$ 750 no mercado estadunidense.
A empresa também deve atualizar os modelos MacBook Pro de 14 e 16 polegadas com chips M5 Pro e M5 Max. Não são esperadas mudanças visuais, apenas ganhos de desempenho.
O MacBook Air também pode receber novo hardware no mesmo período, mantendo coerência no portfólio. Telas OLED para notebooks, porém, ainda não devem aparecer agora.
O iPad Air, que completa um ano desde a última atualização, pode trocar o chip M3 pelo M4. Já o iPad de entrada deve adotar o A19, reforçando a estratégia de volume da companhia.
Se as previsões se confirmarem, março pode marcar uma guinada da Apple: mais opções de entrada, sem abrir mão de desempenho nas linhas premium.
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