Polícia
O tenente-coronel Geraldo Rosa Leite Neto, preso sob a acusação de matar a esposa Gisele Alves Santana com um tiro na cabeça, sofreu mais um revés. Dessa vez a denúncia foi feita por uma soldado da PM na Corregedoria da Polícia Militar de São Paulo (PMSP). O oficial está preso desde o dia 18 de março deste ano.
De acordo com informações do jornal Folha de São Paulo, a policial, identificada como Rariane da Silva, solicitou que a Corregedoria a conduta de Geraldo Rosa. Ele teria procurado a soldado por meio de mensagens dizendo ter interesse em um relacionamento amoroso, o que foi prontamente negado pela policial.
A defesa da policial pede que sejam apurados possíveis crimes de descumprimento de missão, assédio sexual, assédio moral, ameaça e fraude processual. À Folha de São Paulo, a defesa do tenente-coronel disse que não tem conhecimento da denúncia.
"O procedimento está em fase de instrução. O Conselho de Justificação possui etapas administrativa e judicial, conforme previsto nas Leis n.º 5.836/72 e n.º 186/73. A corporação ressalta que o andamento do Conselho de Justificação ocorre de forma independente do processo criminal", disse a PM, por meio de nota enviada à Folha.
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