Polícia

Incêndio mata criança de 3 anos e deixa outras duas feridas em Campinas

Foto: Reprodução/Google Maps
As crianças estavam sozinhos na residência quando as chamas começaram; uma testemunha relatou ter ouvido pedidos de socorro  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução/Google Maps
Andrezza Souza

por Andrezza Souza

Publicado em 15/09/2026, às 21h47



Uma criança de 3 anos morreu durante um incêndio em uma casa no Jardim Itayu, em Campinas, no interior de São Paulo, nesta terça-feira (15). Outras duas crianças, de 3 e 6 anos, ficaram gravemente feridas.

De acordo com informações do Metrópoles, as três crianças estavam sozinhas no imóvel quando o fogo começou. As mães foram presas em flagrante e autuadas por abandono de incapaz com resultado morte e lesão corporal grave.

O incêndio aconteceu na Rua Itapemirim. Quando a Polícia Militar chegou ao endereço, o Corpo de Bombeiros já atuava no combate às chamas.

Durante o atendimento, os bombeiros encontraram o corpo de Miguel Henrique Pedroso de Oliveira, de 3 anos, em um dos quartos. A criança estava carbonizada.

As outras duas crianças foram retiradas da residência e levadas à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Carlos Lourenço. Por causa da gravidade dos ferimentos, uma delas foi transferida para o Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), enquanto a outra foi encaminhada ao Hospital Mário Gatti.

Imóvel apresentava condições precárias

A causa do incêndio ainda não foi esclarecida. Segundo o registro da ocorrência, os policiais encontraram o imóvel em condições consideradas extremamente precárias e insalubres, com sujeira e condições inadequadas de habitação.

Uma testemunha contou à polícia que sentiu cheiro de fumaça e ouviu as crianças gritando por socorro. Ela tentou entrar na residência, mas não conseguiu porque um sofá bloqueava a passagem.

A perícia foi acionada para analisar o local e ajudar a esclarecer as circunstâncias do incêndio.

As duas mulheres, identificadas como Steffane e Naila, foram levadas para a Cadeia Feminina de Paulínia. O caso segue sob investigação.

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