Polícia
por Vinicius Brito
Publicado em 09/10/2026, às 07h43
Mensagens enviadas por Pâmela Letícia Nolastro Cunha, de 29 anos, em um grupo de WhatsApp ajudaram a Polícia Civil a localizar o corpo e o carro da motorista de aplicativo, encontrada morta nesta quinta-feira (8), em Piratininga (SP). Segundo a irmã, Stefânia Nolastro Cunha, as primeiras pistas sobre o paradeiro da vítima surgiram após familiares entrarem em contato com outros motoristas.
Segundo Stefânia, Pâmela saiu para trabalhar por volta das 6h de quarta-feira (7) e conversou com a filha até cerca das 14h. Após esse horário, a família não conseguiu mais contato com a motorista.
Diante do desaparecimento, os familiares procuraram a delegacia na manhã de quinta-feira (8) para registrar um boletim de ocorrência. Até aquele momento, não havia informações sobre o paradeiro de Pâmela.
Em um print da conversa, Pâmela contou que estava havia cerca de dez minutos com um passageiro no Museu do Café. Segundo a mensagem, o homem enfrentava dificuldades para pagar a corrida e tinha pendências. Na mesma conversa, a motorista compartilhou a localização exata de onde estava, informação que ajudou a fornecer pistas sobre seu paradeiro.
Após perder o contato com a motorista, a família registrou um boletim de ocorrência por desaparecimento. Os parentes desconfiaram da situação ao perceber que o celular da motorista estava desligado e que o carro também não havia sido localizado.
Na tarde de quinta-feira (8), o veículo foi encontrado abandonado na Rua São Januário, no Jardim Redentor, em Bauru (SP), com manchas de sangue.
A Polícia Civil investiga o caso para identificar o responsável pelo crime e esclarecer as circunstâncias da morte. A causa exata ainda será determinada. O último passageiro que esteve com Pâmela é considerado suspeito e está sendo procurado pela Polícia Civil para prestar esclarecimentos.
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