Política
por Gabriela Pessanha
Publicado em 25/06/2026, às 15h40
O governo de São Paulo colocou à disposição da Venezuela equipes do Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA), do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil para auxiliar os moradores do país.
A oferta visa auxiliar o país no momento frágil após o terremoto que atingiu a Venezuela nesta quarta-feira (24).
A oferta foi determinada pelo governador do estado Tarcísio de Freitas (Republicanos), mas o envio das equipes depende do pedido das autoridades venezuelanas.
Segundo a presidente interina Delcy Rodríguez em pronunciamento oficial, até o momento, são cerca de mil feridos e 164 mortos.
No entanto, os números podem aumentar conforme as equipes de resgate avancem nas buscas pelos escombros das áreas atingidas.
O terremoto que atingiu a Venezuela foi o pior desde 1900.
Foram registrados dois abalos intensos em um intervalo inferior a um minuto, de magnitudes de 7,5 e 7,2.
Entre os impactos, estão desaparecimentos, mortes, desabamentos de prédios e interrupções de serviços essenciais.
A capital Caracas foi atingida, assim como cidades vizinhas. Em algumas cidades da região Norte do Brasil, os tremores também foram sentidos.
Além dos terremotos principais, o governo venezuelano afirma que houve cerca de 30 réplicas nas horas seguintes.
As réplicas são tremores menores que podem ser registradas depois de um terremoto intenso.
Apesar dos dados oficiais, a oposição venezuelana criou um site para registro dos desaparecidos e os números extraoficiais indicam mais de 41 mil nomes.
Desde quarta-feira, cerca de 500 equipes de emergência trabalham nos locais atingidos para resgate dos afetados pelo terremoto.
Segundo o g1, um cálculo do Serviço Geológico dos Estados Unidos também indica que o número de mortes deve aumentar até o fim das buscas e estima 10 mil corpos encontrados pelas equipes.
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