Política

IBGE mostra que população feminina supera masculina no Brasil

Homem e mulher
Dados do IBGE indicam que a população feminina é maior que a masculina no país e que a diferença se amplia nas faixas etárias mais avançadas  |   BNews SP - Divulgação Homem e mulher
Andrezza Souza

por Andrezza Souza

Publicado em 18/04/2026, às 19h38



O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que há mais mulheres do que homens no Brasil, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) 2025. O levantamento foi divulgado na sexta-feira (17) e mostra que existem 100 mulheres para cada 95 homens no país. A diferença cresce com o avanço da idade e está associada à maior mortalidade masculina e à expectativa de vida mais elevada entre as mulheres.

Diferença entre mulheres e homens no Brasil chega a milhões de pessoas

Os dados mais recentes do IBGE apontam que a população brasileira apresenta predominância feminina. No Censo de 2022, o país registrou cerca de 104,5 milhões de mulheres e 98,5 milhões de homens.

Esse cenário representa uma diferença aproximada de 6 milhões de pessoas. A tendência não é recente e vem sendo observada ao longo dos últimos anos em diferentes levantamentos demográficos.

A proporção atual mostra que existem 95 homens para cada 100 mulheres. O padrão se mantém em grande parte do território nacional, com variações conforme características regionais e econômicas.

O IBGE destaca que a distribuição populacional por sexo reflete mudanças demográficas e sociais ocorridas nas últimas décadas.

Envelhecimento da população amplia a diferença entre os sexos

A desigualdade numérica entre mulheres e homens se torna mais evidente nas faixas etárias mais altas. O fenômeno aparece com maior intensidade entre pessoas com mais de 60 anos.

Em estados como Rio de Janeiro e São Paulo, a proporção é ainda mais desigual nessa faixa etária. No Rio de Janeiro, são cerca de 70 homens para cada 100 mulheres. Em São Paulo, o número chega a aproximadamente 76 homens para cada 100 mulheres.

O IBGE relaciona essa diferença ao aumento da expectativa de vida feminina e ao envelhecimento da população brasileira. A transição demográfica, marcada pela redução da taxa de natalidade e maior longevidade, contribui para ampliar o desequilíbrio entre os sexos.

O fenômeno é observado em praticamente todas as regiões do país.

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp