Política

PL quer mulher como vice de Flávio Bolsonaro para evitar “erro de 2022”; saiba mais

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Nomes como Michelle Bolsonaro e Tereza Cristina são discutidos, mas a falta de apoio e interesse pode limitar as opções para a chapa.  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução/Instagram
Fernanda Montanha

por Fernanda Montanha

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Publicado em 09/04/2026, às 10h30



A definição sobre a candidatura à Presidência já foi tomada dentro do Partido Liberal. Flávio Bolsonaro foi escolhido como nome para disputar o cargo nas eleições de outubro, sucedendo o ex-presidente Jair Bolsonaro. Agora, o foco se volta à composição da chapa, segundo o Terra.

A escolha do vice ainda está em aberto, mas há uma diretriz clara dentro da sigla. O presidente do partido, Valdemar Costa Neto, defende que a vaga seja ocupada por uma mulher, como forma de ampliar a representatividade. A avaliação interna é que a ausência de uma figura feminina forte teria impactado negativamente a eleição de 2022.

Nomes cogitados e ausências

Apesar das discussões, poucos nomes foram oficialmente considerados até o momento. Entre eles, não aparece o da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que atualmente preside o PL Mulher. Ela não tem demonstrado apoio público à pré-candidatura e mantém histórico de divergências internas, o que reduz sua força no cenário.

Nos bastidores, outras possibilidades surgem de forma mais discreta. A senadora Tereza Cristina chegou a ser mencionada, mas já sinalizou que não pretende assumir o posto, priorizando sua atuação no Senado. A recusa indica que nem todos os nomes de destaque estão dispostos a integrar a chapa presidencial.

Outra alternativa em análise é a deputada Simone Marquetto, que recentemente se reuniu com Flávio Bolsonaro em São Paulo. O encontro reforça a tentativa de articulação política e construção de alianças.

Estratégia e próximos passos

A escolha da vice deve ocorrer após a consolidação das articulações partidárias. Flávio Bolsonaro afirmou que pretende anunciar o nome apenas mais próximo do período eleitoral, indicando que o processo ainda está em fase inicial.

O movimento também considera o perfil do eleitorado brasileiro, majoritariamente feminino. Dados do Tribunal Superior Eleitoral mostram que mulheres representam mais de 52% dos eleitores. Esse fator tem peso direto na estratégia de composição da chapa, especialmente para ampliar o alcance da candidatura.

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