Política

Post nas redes expõe aliados acusados de “trair” Nikolas Ferreira; entenda

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Suspeitas envolvem nomes próximos a Jair Bolsonaro e reação pública tenta conter crise interna  |   BNews SP - Divulgação Foto: Reprodução/Instagram
Ana Caroline Alves

por Ana Caroline Alves

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Publicado em 04/03/2026, às 19h33



Uma postagem recente do deputado Nikolas Ferreira acendeu um alerta nos bastidores da direita.

Sem citar nomes, o parlamentar sugeriu que aliados do campo conservador teriam ignorado um pedido de Jair Bolsonaro por pacificação e, com isso, teriam atuado contra ele. A partir de apuração jornalística, dois nomes passaram a ser apontados como alvos das desconfianças.

Segundo informações de bastidores, a principal suspeita recai sobre Paulo Cunha Bueno, advogado do ex-presidente. Em menor grau, também é citado o jornalista Paulo Figueiredo, aliado histórico do bolsonarismo que vive atualmente nos Estados Unidos, as informações são do Metrópoles.

Origem da desconfiança

A desconfiança teria surgido após a divulgação, na imprensa, de uma imagem de Nikolas embarcando em um jato particular durante a campanha presidencial de 2022.

O avião pertence a Daniel Vorcaro, empresário do setor financeiro. Para integrantes do entorno do deputado, alguém próximo teria repassado a informação à mídia, contrariando o discurso de união defendido por Bolsonaro naquele momento.

Paulo Cunha Bueno seria o principal nome associado a esse suposto vazamento, embora não haja qualquer prova pública de envolvimento direto. Já Paulo Figueiredo aparece como uma suspeita secundária, citada mais por proximidade com o advogado do que por atuação concreta no episódio.

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Respostas e negativas públicas

Procurado, Paulo Cunha Bueno negou veementemente qualquer participação. Disse não ter acesso a esse tipo de informação e afirmou manter boa relação com Nikolas. “Nem tenho acesso a essa informação. Não sei de onde ele tirou isso. Eu gosto do Nikolas. Não tenho nada a ver com isso", declarou.

Paulo Figueiredo também reagiu de forma contundente, classificando a suspeita como “sem pé nem cabeça”.

O jornalista afirmou que desconhecia o episódio e minimizou a relevância da notícia sobre o voo. Segundo ele, não haveria nada de errado no deputado utilizar o jato ao lado de aliados durante a campanha.

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