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Os smartphones deixaram de ser apenas aparelhos delicados focados em design fino. Nos últimos anos, fabricantes passaram a investir em modelos com estrutura reforçada e certificações de durabilidade para reduzir danos por quedas, água e poeira.
Hoje, segundo o TechTudo, já existem celulares com padrão de resistência militar em várias faixas de preço, dos básicos aos intermediários avançados.
A certificação mais comum é a MIL-STD-810H, criada pelo Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
O selo indica que o aparelho foi submetido a testes laboratoriais que simulam situações extremas, como variações de temperatura, vibrações, impacto, umidade e poeira.
Isso não significa uso militar real, mas aponta maior tolerância a acidentes do cotidiano, especialmente quedas e contato com água.
Entre os modelos de entrada, o realme C75 aparece como alternativa econômica com proteção avançada, bateria grande e foco em durabilidade.
Na mesma faixa, o Moto G56 combina vidro reforçado, proteção contra imersão e tela com alta taxa de atualização, equilibrando resistência e experiência de uso.
O JOVI Y29s aposta em construção reforçada e autonomia elevada, indicado para quem utiliza o aparelho fora de ambientes controlados, como trabalho em campo.
Na categoria intermediária, a resistência passa a vir acompanhada de especificações mais completas.
O Motorola Edge 60 Fusion traz tela de melhor qualidade e câmera estabilizada, enquanto o OPPO A5 Pro investe em estrutura interna para absorver impactos e ampliar a durabilidade geral.
Entre os mais avançados, o Motorola Edge 60 Pro reúne certificação militar, proteção contra água, bateria de grande capacidade e conjunto fotográfico mais robusto.
A resistência deixou de ser exclusiva de aparelhos robustos. A tendência é que esse tipo de construção se torne cada vez mais relevante para quem pretende manter o smartphone por vários anos sem depender de reparos frequentes.
Classificação Indicativa: Livre