Negócios
Conhecida como “ouro da juventude”, a vitamina E tem sido destacada em estudos científicos por sua atuação no combate ao envelhecimento precoce.
Embora seja frequentemente associada à saúde da pele, o nutriente desempenha funções que vão além da estética, contribuindo também para a prevenção de doenças crônicas e degenerativas.
Uma pesquisa publicada na revista científica Ageing Research Reviews aponta que a vitamina E está entre os antioxidantes lipossolúveis mais potentes para retardar o envelhecimento, as informações são do Portal Leo Dias.
Sua principal função é neutralizar os radicais livres, moléculas instáveis que causam danos às células e estão relacionadas ao desgaste natural do organismo ao longo do tempo, além do desenvolvimento de diversas doenças.
Por ser um nutriente lipossolúvel, a vitamina E atua diretamente na proteção das membranas celulares, ajudando a preservar o funcionamento adequado de tecidos e órgãos essenciais, como o cérebro e o sistema circulatório.
Além de retardar o envelhecimento celular, a vitamina E tem papel importante na prevenção de doenças crônicas.
Estudos indicam que sua ação antioxidante ajuda a evitar a oxidação das lipoproteínas de baixa densidade (LDL), processo associado à aterosclerose, a doenças cardiovasculares e a alguns tipos de câncer.
Ao reduzir esse tipo de oxidação, o nutriente contribui para a proteção do sistema cardiovascular e para a manutenção da saúde ao longo dos anos.
Os efeitos da vitamina E também se refletem na saúde da pele.
Uma revisão sistemática sobre a suplementação de vitaminas C e E aponta que o nutriente auxilia na melhora da circulação sanguínea, promovendo a dilatação dos vasos e reduzindo a formação de coágulos.
Esse processo favorece a oxigenação dos tecidos, impactando diretamente na vitalidade da pele.
Segundo a Clínica Mayo, níveis muito baixos de vitamina E estão associados ao surgimento de neuropatia, caracterizada por dores nos nervos, e de retinopatia, condição que afeta a retina e pode comprometer a visão.
A principal forma de obter vitamina E é por meio de uma alimentação equilibrada. O nutriente está presente em óleos vegetais, frutos secos, sementes e cereais integrais.
Em alguns casos, a suplementação pode ser indicada, desde que com orientação profissional.
O limite máximo recomendado para adultos é de 1.000 mg por dia, considerando a vitamina E natural ou sintética.
Classificação Indicativa: Livre