Polícia
Publicado em 08/06/2026, às 09h00 Tatiana Ribeiro
Um vigilante de 61 anos foi encontrado morto em um galpão da Subprefeitura da Mooca, em São Paulo, com sinais de violência, e a polícia investiga o caso como homicídio.
O corpo foi descoberto na cozinha do imóvel, apresentando rigidez cadavérica e escoriações no pescoço, sugerindo esganadura; a motivação do crime ainda é desconhecida.
Marcas no chão indicam que a vítima pode ter sido arrastada, e o celular do vigilante não foi encontrado, enquanto testemunhas relataram que ele foi visto pela última vez por volta das 16h.
Um vigilante foi encontrado morto na noite de domingo (7) dentro de um galpão da Subprefeitura da Mooca, na Rua Jaibarás, no bairro do Belenzinho, Zona Leste da capital paulista. O caso é investigado como homicídio. Corpo de Lodoil Marques da Silva, de 61 anos, trabalhava no local. Ele foi encontrado com sinais violência pelo corpo.
De acordo com informações da polícia, o corpo estava na cozinha do imóvel. Uma equipe do Samu foi enviada a localidade e confirmou a morte às 22h30. Segundo consta o boletim de ocorrência, o corpo já apresentava rigidez cadavérica. Ainda é desconhecida a motivação do crime.
Policiais relataram que o crachá da vítima estava quebrado, uma caneta foi encontrada no chão e a dentadura do vigilante estava poucos metros do corpo. Ainda foram observadas escoriações no pescoço, compatíveis, segundo a polícia, com sinais de esganadura.
Marcas no chão levantam a hipótese que o vigia pode ter sido arrastado por alguns metros. O telefone celular do vigilante não foi localizado no local.
De acordo com informações testemunhas a polícia, o último contato telefônico com o vigilante ocorreu por volta das 16h.
Ainda de acordo com depoimento de testemunhas, o encarregado e o ajudante do galpão chegaram ao local por volta das 21h20 e estranharam a ausência do vigilante.
Um dos funcionários contou que utilizou a lanterna do celular para entrar na cozinha. Ao chegar no local encontrou a vítima caída no chão com um boné cobrindo o rosto. Ao ver a cena, ele acreditou inicialmente que o vigia estivesse dormindo.
Logo após, o encarregado foi informado por telefone sobre a morte do colega. A polícia vai analisar as câmeras de segurança do local.
O caso foi notificado no 8º Distrito Policial, no Brás, como homicídio de autoria desconhecida. O Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) segue com as investigações.
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