Política

VÍDEO: Líder dos caminhoneiros anuncia paralisação da categoria para pressionar votação de MP no Senado

Reprodução/ Instagram @choraocaminhoneiro.oficial e Marcelo Camargo/Agência Brasil
Caminhoneiros pressionam o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para que vote MP 1343  |   BNews SP - Divulgação Reprodução/ Instagram @choraocaminhoneiro.oficial e Marcelo Camargo/Agência Brasil
Bernardo Rego

por Bernardo Rego

Publicado em 13/07/2026, às 09h39



Em um pronunciamento feito nas redes sociais no domingo (12) o presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, anunciou que os caminhoneiros fariam uma paralisação nos portos a partir de meia-noite desta segunda-feira (13)

Segundo Landim, o objetivo da manifestação é pressionar para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), coloque em pauta a votação da Medida Provisória (MP) nº 1.343. “Há duas semanas, a gente vem lutando para que o Senado coloque na pauta para ser votado e até agora nada. Foi feita uma deliberação da categoria que, a partir da 0h agora do dia 13/7, os portos irão parar. A gente vai acompanhar em todos os cenários nacionais, como a gente fez em 2018”, disse Chorão. 

“Essa manifestação, essa paralisação, não é o Chorão, não é o Pedro, não é o Zé Trovão que estão chamando. Quem está chamando essa paralisação se chama Davi Alcolumbre, presidente do Senado Federal do nosso Brasil”, acrescentou Landim.

Há uma previsão de que o tema seja votado no Senado na terça-feira (14). “Terça-feira a gente tem uma sinalização que vai colocar para votar, mas a orientação é que você [caminhoneiro] não saia para viajar a partir da 0h, para que a gente possa acompanhar até terça-feira para ver se de fato vai entrar na pauta para votar, e não vamos aceitar perder essa MP, caducar ela. Davi Alcolumbre, você foi avisado. Agora você segura, meu irmão”, disse Chorão.

O texto

A MP 1.343 estabelece o reforço nos mecanismos de fiscalização do frete e cria um piso salarial nacional para trabalhadores celetistas do transporte de cargas no valor de R$ 5 mil. O governo propôs alterar as regras para o cálculo dos pisos mínimos do frete, levando em consideração custos relacionados à operação, como combustível, manutenção, seguros etc. A MP foi editada em março, em meio às ameaças de greve por parte dos caminhoneiros. A proposta foi aprovada na Câmara em 17 de junho.

Clique aqui e se inscreva no canal do BNews no YouTube!

Classificação Indicativa: Livre

Facebook Twitter WhatsApp