Entretenimento
por Amanda Ambrozio
Publicado em 01/11/2026, às 08h00
A cobertura duplex que já foi residência da família de Robinho, ex-jogador de futebol, está há um ano no mercado imobiliário e ainda não encontrou um comprador. Localizado de frente para o mar, no bairro Aparecida, em Santos, no litoral de São Paulo, o imóvel está anunciado por R$ 9,99 milhões.
A propriedade foi colocada à venda em novembro de 2025, pelo valor inicial de R$ 11 milhões. Em julho de 2026, porém, o preço foi reduzido em R$ 1,1 milhão. A negociação ocorre em meio à reorganização dos bens da família do ex-atacante.
De acordo com informações da imobiliária responsável pelo anúncio, a cobertura tem 431 metros quadrados e reúne espaços de lazer, conforto e segurança. Na área interna, são três suítes, incluindo uma principal equipada com banheira de hidromassagem, dois closets, camarim e escritório.
Segundo o portal IG, o imóvel também conta com salas de televisão, jantar e visitas, seis banheiros, dois lavabos, cozinha ampla e dependência para funcionários.
Na parte externa, a cobertura oferece vista panorâmica para o mar, piscina privativa com deck de madeira e espaço gourmet.
A estrutura de segurança inclui portas blindadas e sistema de câmeras com monitoramento das áreas internas e externas.
O duplex está anunciado no modelo conhecido como “porteira fechada”, expressão utilizada no mercado imobiliário para indicar que a propriedade é negociada com móveis, eletrodomésticos e outros itens que fazem parte da estrutura do imóvel.
Nas imagens divulgadas pela imobiliária, é possível observar elementos da decoração que permaneceram na cobertura após a saída da família do ex-jogador.
Robinho está preso desde 20 de março de 2024, após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) homologar a sentença de nove anos de prisão determinada pela Justiça italiana.
A condenação é referente ao crime de estupro coletivo de uma mulher albanesa, ocorrido em 2013, quando o ex-jogador atuava pelo Milan, na Itália.
Robinho e Ricardo Falco, apontado como amigo do atleta, foram condenados em primeira instância em 2017. Após o esgotamento dos recursos na Justiça italiana, a sentença se tornou definitiva.
Durante o processo, a Justiça italiana utilizou escutas telefônicas autorizadas como parte das provas. Os registros incluíram conversas em que Robinho admitia o abuso sexual e fazia comentários debochados sobre a vítima.
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